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domingo, 1 de julho de 2012

Teoria da Evolução: Por que essa discussão é importante?


Por Christiano P. Silva Neto
Porque nossa ótica em relação às origens determina o modo como vemos a realidade à nossa volta. Se somos criacionistas, entendemos que somos obra das mãos do Criador, o que certamente lhe confere o direito de propriedade sobre cada um de nós.
Ninguém está mais plenamente habilitado a nos dizer o que é melhor para nós e quais são os valores que devemos cultivar, o modo como devemos proceder em nossa jornada pela vida. Se, porém, somos evolucionistas, somos também ilhos do acaso. Nada há por trás do universo, a não ser leis naturais. Nesse caso, não existem também valores absolutos e, leis para a sociedade, nós as admitiremos conforme nossas conveniências.
Temos continuamente afirmado que se a teoria da evolução fosse verdadeira, esta seria, ainda que amarga, uma pílula que teríamos que engolir. Entretanto, nossos anos de investigação nessa área têm nos comunicado que a teoria da evolução é pseudo-ciência. Por isso é importante assumir uma posição frente a esta controvérsia. Por isso é preciso lutar para que nossos jovens tenham o direito de aprender, também em sala de aula, que o Criador existe.
Algumas pessoas têm indagado se afinal não é possível harmonizar a teoria da evolução com a da criação. A resposta é que este tipo de tentativa tem sido levado a efeito de vários modos distintos, todos eles dando nascimento a modelos híbridos das origens, com sérios problemas de ordem científica e inevitáveis choques com conceitos bíblicos da criação. Na verdade, proceder a uma comparação entre os enunciados da evolução e os da criação é uma forma demasiadamente simplista de abordarmos esta questão. O grande equívoco dos cientistas é pensar que tudo na natureza pode ser explicado de modo natural, o que obviamente não funciona nos momentos em que o Criador fez uso de seu poder sobrenatural.
Assim, a questão relacionada com uma possível harmonização de conceitos se transforma em: “Pode o sobrenatural ser explicado através de processos naturais?”. Se a resposta óbvia a esta pergunta é não, e é assim que penso, então também não poderemos explicar a origem da matéria, da vida, do universo como um todo, através de processos naturais.
Explicações evolucionistas são esforços para explicar, através de processos naturais, o que só pode ser explicado sobrenaturalmente, razão pela qual não podem expressar a realidade objetiva da natureza. Já o criacionismo científico recorre ao poder sobrenatural do Criador para explicar os resultados de Seus atos?

CONCLUSÃO
A fé cristã tem, nos últimos 140 anos, desde a publicação do livro de Darwin, sofrido o ataque mais abrangente, mais agressivo e mais sutil de todos os tempos. Mais abrangente porque todos, indistintamente, nas escolas de todo o mundo são levados a crer que só o evolucionismo explica de modo coerente as nossas origens. Em casa, jornais, revistas, livros, programas de televisão e até mesmo desenhos animados apresentam a teoria da evolução como um fato acima de qualquer suspeita. Mais agressivo porque os primeiros passos da caminhada evolucionista são dados nos primeiros anos escolares, quando os alunos, crianças em tenra idade, não dispõem de condições para questionar o que lhes está sendo ensinado. Mais sutil porque, sem falar em Deus, pretendendo explicar todas as facetas da história do universo e da vida por meios estritamente naturais, o evolucionismo não deixa espaço para o sobrenatural, conduzindo, assim, muitos incautos, senão ao ateísmo e ao materialismo, pelo menos a um Deus inoperante, que pouco se preocupa com sua criação.
Nós, os cristãos, entendemos como Davi, que no Salmo 148 exalta a Deus como o criador de todas as coisas, e exorta-nos: “Louvem o nome do Senhor, pois mandou, e logo foram criados. E os confirmou para sempre e lhes deu uma lei que não ultrapassarão” (vers. 5 e 6).
Para saber mais acesse: http://www.impacto.org/abpc
INSTITUO CRISTÃO DE PESQUISAS. Defesa da fé: Teoria da Evolução. Rio de Janeiro, 2010. p. 220.

Entre Vampiros e Lobisomens

Foi-se o tempo em que o cinema retratava os lobisomens e vampiros como criaturas do mal, feias, que tinham medo de estacas, bala de prata, água benta, alho e sempre eram derrotadas pelo mocinho. Atualmente, os filmes trazem como protagonistas justamente essas criaturas, mas como uma nova roupagem.
Os vilões de antigamente são os heróis de hoje. Eles são jovens, bonitos, bem educados, bonzinhos e sempre lutam pelo amor de uma garota. Assim acontece no filme Crepúsculo e na série Teen Wolf (adolescente lobo).
Vampiros e lobisomens passaram a povoar o imaginário de jovens e adolescentes, com mais força, a partir de 2008, com o lançamento do primeiro filme da saga Crepúsculo, baseada nos livros da escritora Stephenie Meyer, que já venderam mais de 100 milhões de exemplares.
Mesmo sabendo que lobisomens e vampiros não existem, o ser humano sempre foi aficionado pelo desconhecido e, quando criança, muitos já sonharam em ter super poderes. “O que me chama a atenção é a quantidade de filmes com esses personagens que são projetados na mídia. O pior é que eles têm despertado o interesse em muitos jovens cristãos”, afirma pastor Ananias Galvão da Assembléia de Deus em Fortaleza (CE).
De acordo com o pastor Ananias, o mais prejudicial é deixar de ir aos cultos, frequentar a Escola Dominical e ler a Bíblia para assistir filmes e ler esses livros, que não edificam. “Os líderes devem orientar melhor os jovens, no sentido de procurar o que é bom, o que edifica e o que traz benefícios para sua vida espiritual”, afirma.
A “Nova Moda”
Mesmo com todo sucesso dos personagens vampirescos, os lobisomens têm ganhado espaço na dramaturgia e na literatura. A escritora americana Anne Rice começou a escrever sobre os vampiros em 1976 e só parou em 2003. Sua obra mais famosa “Entrevista com o Vampiro” completou 35 anos. Ela escreveu também sobre bruxas, anjos e Jesus Cristo e recentemente vai lançar uma obra sobre o “herói” lobisomem The Wolf Gift (O presente do lobo).
Embarcando nessa onda de lobos, o diretor Rob Daniel acredita na série Teen Wolf, uma adaptação do filme lançado nos anos 80 com o mesmo nome. A série conta a história de um adolescente tímido que é mordido por um lobo, se torna popular e se apaixona pela filha do caçador de lobisomem.
“Mudam o personagem, mas o espírito é o mesmo: o espírito satânico de desvirtuar. O pior é que encontra na nossa juventude pessoas adeptas a isso. Pessoas que, infelizmente, crêem nessas coisas. Temos que combater com o Evangelho”, afirma pastor Ananias.
De acordo com pastor Ananias, muitos nordestinos acreditam no mito do lobisomem porque o catolicismo romano, predominante na região, incentivou essas crendices populares. “Mas, depois que se convertem, os cristãos não acreditam mais nisso, pois eles conhecem a Palavra. Eles sabem que isso é uma manifestação demoníaca”, revela.
As pessoas têm que saber discernir o certo do errado e procurar o que é bom para nossa vida. “O Diabo coloca uma característica naquilo que não presta se fazendo de bonzinho. A Bíblia diz que o inimigo se projeta como anjo de luz, mas não tem a essência de Deus. Por isso ele tenta deturpar os valores”, conclui.
*Texto publicado na página 25 da revista GeraçãoJC, Ano XII, nº 85, CPAD.